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domingo, 5 de dezembro de 2010

LEAVESDEN STUDIOS SÃO GRAVADOS HARRY POTTER

OLÁ PESSOAL EU ESTAVA PESQUISANDO SOBRE AS GRAVAÇÕES DO HARRY POTTER !!


Bem-vindo ao início de um site sobre Leavesden Studios, a casa de Harry Potter
Leavesden abriu para o negócio em 1995 para GoldenEye (parte da série de James Bond). Os grandes edifícios anteriormente uma fábrica de motores de aeronaves, mas o local ainda é propriedade da Rolls Royce. 
Desde GoldenEye ele foi para casa para os 3 últimos filmes de Star Wars, bem como sendo a base estúdio permanente para Harry Potter
Desde 1995, as instalações foram ampliadas como as produções se tornaram mais complexas.

ESTE STUDIO COMPORTA MAIS DE 3,4 E ATÉ 5 PRODUÇÕES SENDO GRAVADOS AO MESMO TEMPO ! MAS O FILME DO HARRY POTTER PEGA TODO OS 150 KM² DE STUDIOS !!

GRANDE NÉ ???


PARA VCS TEREM UMA NOÇÃO VEJA AS IMAGEM !!



 POSTADO POR: 

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Vida de pós-Harry Potter: Saiba o Que o Elenco DEPOIS Fazer vai fazer da saga Encerramento

Daniel Radcliffe: O Nosso eterno Harry Potter não estara remake do terror The Woman In Black, Clássica da Hammer Film Productions, Que estabele De Volta DEPOIS de 30 Anos. Also in elemento estara A Jornada é o Destino, cinebiografia do fotojornalista Dan Eldon e nd Broadway com um PECA How to Succeed in Business sem realmente tentar. CLIQUE AQUI e Veja Nosso álbum de Relíquias da Morte - Parte 1 e 2 (dez comeu Harry, Rony Hermione velhinhos e)

sábado, 20 de novembro de 2010

CRÍTICA: “O filme é correria do começo ao fim, sem muito espaço para explicações ou desenvolvimentos”

Eai, gente!


Mesmo depois da estréia de Harry Potter e as Relíqueas da Morte, as críticas não param... Ah! E hoje eu vou assistir nos cinemas e sexta-feira que vem também, mas esse não é o assunto, veja a crítica de Alysson Oliveira sobre o o filme mais esperado do mundo, ah e dia 26 de dezembro vou mudar de link, lleia o post postado:


CRÍTICA: “O filme é correria do começo ao fim, sem muito espaço para explicações ou desenvolvimentos”


As críticas de Harry Potter e as Relíquias da Morte não param de sair mesmo após o lançamento do filme, que estreou mundialmente à 00h do dia 19 de novembro. A análise do longa vem do jornalista Alysson Oliveira, do site Cineweb.
Alysson elogia a sequencia de animação na história dos Três Irmãos e comenta que as cenas nas florestas são “desnecessariamente longas, sem que muito aconteça”. O jornalista afirma que não tem outra explicação para a divisão do sétimo livro em dois filmes a não ser “faturar em dobro”, o que já foi comentado em outras críticas. Leia a análise completa na íntegra desta notícia.
Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 já está em exibição nos cinemas!

CRÍTICA: HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1
POR ALYSSON OLIVEIRA
O que é pior: enfrentar Voldemort ou a ebulição dos hormônios da adolescência? Para Harry Potter e sua turma, ambas as tarefas se mostram árduas. No sétimo – e penúltimo (ufa!) – filme da série, Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 1, o bruxo completa 17 anos e está a um passo de entrar para o mundo adulto. Mas, antes disso, ao lado de seus melhores amigos, Ron e Hermione, precisa superar crises internas e externas.
A descoberta do amor – não da sexualidade, pois, no filme, os personagens são assexuados, afinal, essa é uma franquia também voltada para o público infantil – é complicada e envolve todos os problemas que os não-bruxos –  também conhecidos como trouxas, – enfrentam, como a insegurança, o ciúmes e a rivalidade. Ao longo dos quase 10 anos que se passaram desde o primeiro filme, Harry Potter e a Pedra Filosofal, vimos os atores se transformarem de crianças em adultos, assim como seus personagens criados pela escritora inglesa J. K. Rowling.
Em Harry Potter 7.1, o roteirista Steve Kloves, adaptando a série pela sexta vez, centra o foco na ação. O filme é correria do começo ao fim, sem muito espaço para explicações ou desenvolvimentos. A espinha dorsal é, como em toda a série, o jovem bruxo fugindo do lorde das trevas.
O mundo mágico está um caos, porque Voldemort está matando indiscriminadamente – ele também assassina trouxas. Harry é a causa disso e, como se antecipou desde o começo, o embate entre os dois personagens deve ser o clímax da série, prevista para acabar em meados de 2011, com Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2.
Harry é perseguido e, com a ajuda do polissuco, consegue fugir e se esconder na casa de Ron. Porém, durante um casamento, ele é encontrado e os Comensais da Morte têm a ordem de levá-lo vivo. A única chance de escapar ileso é destruindo as Horcruxes, que parecem ser o segredo do poder de Voldemort.
A única explicação para a divisão do livro em dois filmes está na possibilidade da Warner – estúdio produtor e distribuidor das adaptações – faturar em dobro. Em filmes anteriores acontecimentos e personagens foram sacrificados para que a trama do livro coubesse num filme de cerca de duas horas. Aqui, não se justifica alongar cenas e acontecimentos para gerar dois longas, em outras palavras, bilheteria em dobro.
Harry, Hermione e Ron fogem e se escondem em florestas na maior parte do tempo. As cenas são desnecessariamente longas, sem que muito aconteça. Eles conversam, leem e discutem o presente e o futuro. E David Yates – que dirige a série pela terceira vez – não se esforça muito para tornar o falatório mais atraente em termos visuais. Exceto por uma cena em animação, o longa segue o padrão dos filmes anteriores com alto orçamento, baixa criatividade e muita explicação.
Yates, ao contrário de Alfonso Cuarón, que assina o terceiro filme, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, faz um filme desprovido de personalidade, limitando-se a traduzir em imagens tudo o que já está descrito em detalhes no filme. Como diretor contratado, Yates se limita a não estragar a história, mas sem a preocupação de imprimir uma assinatura pessoal.
Harry Potter 7.1, como era de se esperar, termina numa cena de suspense, deixando um gancho para o próximo filme. Agora, só resta esperar pelo capítulo final, prometido para o ano que vem, quando Harry Potter e sua turma encontrarão um merecido descanso depois de tantas batalhas.
 Heheheheh...

Çãe
The Dominator

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

CHEGA AOS CINEMAS HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1



CHEGA AOS CINEMAS HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1

Neste momento centenas de fãs brasileiros estão em salas de cinema, assistindo à primeira sessão aberta ao público do filme Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1. Depois de mais de 1 ano aguardando por um novo filme da franquia, a superprodução estreia na maior parte do mundo nesta sexta-feira.
Foram 1.305 notícias publicadas no Oclumência à respeito do filme “Relíquias da Morte: Parte 1″. Trouxemos a vocês trailers, fotos, entrevistas e detalhes exclusivos das gravações do filme, que agora está ao alcance de todos. Curtam, chorem, riam, façam tudo que lhes der vontade fazer para aproveitar estes poucos momentos que restam nos cinemas com Harry Potter.
Agradecemos a todos que nos acompanharam, que estiveram conosco durante todos os bons momentos e que com certeza nos incentivaram a continuarmos a nossa jornada de divulgação de notícias.
A partir de agora nós entramos na expectativa final, tão aguardada e tão triste: a espera para o lançamento do último filme da série Harry Potter. Em 15 de julho de 2011, Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 estreia e traz consigo o “fim” do evento de uma geração.
HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1
Em exibição nos cinemas

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

'Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 1' não vai decepcionar fãs

Último blockbuster do ano, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1” chega nesta sexta-feira (19) ao Brasil, para a alegria do público infanto-juvenil (veja as salas em cartaz). Cercada de muita expectativa, a estreia representa o começo do fim de uma franquia que se tornou a mais lucrativa da história do cinema, superando até mesmo os seis “Star Wars”.

Assista ao trailer
Galeria de fotos

Com o desafio de ser o primeiro da série a ultrapassar US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais (leia a coluna de Sérgio Rizzo), o longa tem grandes chances de bater seus antecessores e aumentar um faturamento que já soma US$ 5,4 bilhões. Por ser o penúltimo, com certeza alavancará um interesse maior dos espectadores. Mas também porque esta sétima parte é uma das melhores, mesmo quando se leva em conta as comparações de sempre com os livros de J. K. Rowling.

Em sua terceira empreitada na série, o diretor David Yates finalmente acertou e a trama ganhou mais maturidade que os longas anteriores, “A Ordem da Fênix” e “O Enigma do Príncipe”. Desta vez, Yates não desperdiçou tanto tempo além do necessário com paixonites adolescentes em detrimento de pontos-chave na história, como havia feito anteriormente.

Após a morte do professor Dumbledore (Michael Gambon) no filme anterior, o lado dos bruxos bonzinhos tenta impedir que Harry (Daniel Radcliffe) caia nas mãos do Lorde Voldemort (Ralph Fiennes), que anseia por eliminá-lo. Porém, o adolescente – agora com 17 anos - não quer causar mais baixas em seu nome e decide sair em busca das ‘Horcruxes’ do vilão, fragmentos de sua alma que foram escondidos e que impedem sua morte.

Logicamente, Harry ganha a companhia dos melhores amigos, Hermione (Emma Watson) e Rony (Rupert Grint), em sua caçada. Enquanto isso, Voldemort e seus seguidores começam a dominar o mundo dos bruxos, incluindo a escola Hogwarts, em uma espécie de ditadura que pretende eliminar qualquer ligação com os humanos normais.



Com um roteiro ágil, sobra pouco espaço em “As Relíquias da Morte” para momentos de enrolação, com exceção de uma passagem entre Harry e Hermione na floresta. A tal versão 3D, que não ficou pronta a tempo, não fez grande falta - os efeitos especiais estão primorosos. O longa ainda conta com um clima de revival da série, trazendo vários personagens dos filmes anteriores, como o elfo Dobby e Fleur Delacour (Clémence Poésy), estudante francesa que aparece em “O Cálice de Fogo”.

Aliás, um dos grandes destaques da franquia de Harry Potter é o elenco repleto de estrelas do cinema britânico, que já contou com Emma Thompson, Kenneth Branagh e Gary Oldman. Em “As Relíquias da Morte”, além de Ralph Fiennes, volta Helena Bonham Carter como a tresloucada Bellatrix e Alan Rickman como o professor Snape. Rhys Ifans (de “Um Lugar Chamado Notting Hill) faz sua estreia na série como Xenophilius Lovegood.

Mas a principal tarefa desta “Parte 1” é preparar o espectador para a última parte da história, que estreia em 15 de julho de 2011. Depois disso, é o fim da linha para o bruxinho adolescente. E Hollywood vai ter que procurar outra fonte literária para faturar em cima.

Matthew concede entrevista a UOL e a Monet: ele pretende retornar ao Brasil no futuro!!

Eai, gente!

Sabe o Neville de Harry Potter? Então ele fez uma entrevista para a UOL, e ele quer voltar no Brasil no futuro, mas só que é uma pena Harry Potter estar chegando ao fim, mas mesmo assim que não estya de dedos cruzados para ver o último Harry Potter, então vamos ler o verdadeiro post postado aqui:

Matthew concede entrevista a UOL e a Monet: ele pretende retornar ao Brasil no futuro!!


Como todos os fãs de Harry Potter já sabem, o ator Matthew Lewis, responsável por interpretar Neville Longbottom nos cinemas, chegou ao Brasil ontem para realizar a premiere de Relíquias da Morte – Parte 1 que ocorre hoje à noite em São Paulo.
No hotel em que está hospedado, Matt concedeu entrevistas a vários veículos de comunicação, dentre eles o portal UOL e a Revista MONET.
Na entrevista à MONET, o ator comenta aspectos bastante interessantes da Parte 2 do final épico, como o fato de Neville comandar uma tropa de alunos para lutar contra os comensais na batalha final do filme. Ele também falou do momento que mais gostou de filmar em Relíquias da Morte – Parte 2, que é uma cena em que a professora McGonagall concede uma tarefa crucial a Neville.
Já na entrevista ao portal UOL, Lewis discorreu sobre coisas ainda mais interessantes: disse que pretende retornar ao Brasil para fazer uma segunda premiere (da parte 2) e comentou que ainda pretende trazer outros atores da saga junto com ele!
 ”Vou participar de uma peça no próximo ano, mas terei tempo de voltar ao Brasil para o lançamento da Parte 2.”
 ”Estou curtindo tanto a América do Sul que eu me sinto em casa. Alguns dos outros atores ficaram com inveja quando souberam que eu viria ao Brasil, mas eles estão bem em Nova York. Vou voltar e dizer para eles sobre toda a diversão que encontrei por aqui. Assim eles pedem para vir ao Brasil também no ano que vem”.
Seria ótimo ter mais atores de Harry Potter na próxima premiere aqui no Brasil, não é mesmo?
Para acessar a entrevista da MONET na íntegra, basta clicar nesse link. Já para checar a matéria do portal UOL, clique aqui.
Enquanto isso, acompanhe o TDB para mais novidades sobre a premiere que irá acontecer nessa noite!

É gente, valew!

Çãe
The Dominator

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

CRÍTICA: “Primeira parte da conclusão de Harry Potter é porrada emocional”, afirma MTV Brasil

CRÍTICA: “Primeira parte da conclusão de Harry Potter é porrada emocional”, afirma MTV Brasil

E uma nova crítica de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 bastante satisfatória para os fãs foi divulgada hoje pelo site brasileiro da MTV. Fábio Barreto, jornalista que escreveu a crítica, caracteriza Relíquias da Morte: Parte 1 como “uma porrada emocional, capaz de fazer rir, sentir e chorar, um filme histórico por circunstância e magnífico por mérito.”
Em meio à tantos elogios, o ponto negativo considerado por Fábio é que há muitos atores importantes que fazem “aparições relâmpago”. Atenção para spoilers a seguir:
Longa duração, grande atenção para dilemas pessoas do trio principal, mas, como em toda reta final, muita gente precisa aparecer e o resultado são participações relâmpago. Alan Rickman é uma delas, tendo apenas duas cenas; assim como Imelda Staunton, que retorna como Dolores Umbridge, e o recém-chegado, e logo despachado, Bill Nighy, como Ministro da Magia. Brendan Gleeson é uma das maiores lástimas, primeiro pelo descaso com que o destino de Olho-Tonto é apresentado, segundo pela perda do último personagem disposto a lutar de igual para igual contra os Comensais da Morte. Hagrid também aparece pouco. Menção honrosa para Edwiges, que tem dois momentos e ganha a eternidade com seu sacrifício supremo. No final das contas, fica a impressão de um grande desfile de rostos conhecidos, novos nomes que não chegam a ser relevantes o suficiente para serem lembrados e o embate com o aspecto sem face da maldade de Voldemort.
Esta é a segunda crítica que fala da “má utilização” do elenco secundário, apesar que todos que leram o livro sabem que Relíquias da Morte é apenas focado no trio principal. Outra característica interessante que Fábio escreveu foi a despadronização dos filmes que este filme tem em comparação com os blockbusters de Hollywood, mas ele considera isso algo ótimo.
Você pode conferir esta critica bastante detalhada e muito bem escrita na íntegra desta notícia. Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 estreia NESTA SEMANA!

CRÍTICA DE HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1
POR FÁBIO BARRETO
Hollywood conhece bem suas regras e sabe segui-las. É um negócio lucrativo, capaz de resistir a crises e, até o momento, as grandes mudanças na tecnologia. Os estúdios de Los Angeles foram os responsáveis pela criação dos blockbusters, pelos grandes épicos e sabem o que entregar ao público, pois foram eles quem escolheram os elementos desse cenário lá atrás, quando os grandes épicos da MGM levavam nossos pais e avós ao cinema, um tempo em que ainda se vestia terno e chapéu no programão de domingo. A inspiração nos clássicos e na Bíblia abasteceu essa indústria antes da onda de originalidade dos blockbusters no finzinho dos anos 70, mas a ligação entre cinema e literatura nunca terminou. É mais seguro levar uma obra conhecida, e, normalmente, admirada aos cinemas do que criar algo totalmente novo. Vivemos um novo momento nesses ciclos hollywoodianos com as histórias e quadrinhos, mas também com as adaptações literárias. E elas são muitas. Entretanto, não é só ao sucesso inquestionável de Peter Jackson com O Senhor dos Anéis que essa dinâmica se construiu ao longo dos últimos dez anos, mas também a Harry Potter, assumidamente uma maçaroca cultural e literária montada por J.K. Rowling e que, depois de nove anos nos cinemas, inicia sua conclusão com Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1. É um filme evento, claro, mas David Yates faz uso do precedente aberto por Zack Snyder, em Watchmen – O Filme, e banca o diretor birrento ao ignorar as leis de Hollywood, seu formato “garantido” de sucesso e, no primeiro ato de sua conclusão, entregar um festival de atuações marcantes, com um ritmo próprio e, felizmente, despreocupado com as caraminholas inventadas pelos executivos do estúdio. Mais que conhecer sua indústria, Yates e Rowling sabem que têm público cativo, têm o interesse mundial nas mãos e, acima de tudo, têm a chance de mostrar que a dobradinha cinema & literatura só resulta numa adaptação fraca quando se pensa no dinheiro antes da qualidade.
Relembrar do final anticlimático de Harry Potter e o Enigna do Príncipe pode ser um primeiro passo na preparação para o clima de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 [HP7]. A queda de Dumbledore desintegrou qualquer resquício da bolha de segurança ao redor dos personagens, mas, de forma mais efetiva, lançou Harry, Ron e Hermione num mergulho sem volta em um mundo inseguro e regido pela morte. Medo deixou se ser uma preocupação. Na guerra, vida e morte são separadas por instantes ou um leve descuido; duas constantes aplicadas a uma família forjada à base de muita dor, perda e um futuro sombrio. Ele retornaria. Ele retornou e futuro é agora. E o agora, é o fim. O início melancólico de HP7 não engana e nem precisa de meias palavras para apresentar tanto sofrimento latente. Uma última olhada no quartinho embaixo do armário; um triste adeus a sua própria identidade; um olhar por uma janela estranha e nada reconfortante. Escolhas acertadas por conta do grande trunfo do longa: o público conhece demais os personagens e, logo de cara, já sente suas escolhas e mazelas. O sentimento brota logo de cara e não para nem por um instante ao longo das 2h26 de duração.
Seguindo a mesma assinatura visual dos últimos dois filmes, David Yates construiu bem sua guerra – que acontece mais no plano psicológico do que no físico, em termos de tempo dedicado no filme. De qualquer forma, não era sem tempo, afinal, Rowling vinha anunciando o grande embate entre Harry e Voldemort desde o começo da saga do bruxinho. Ha! Bruxinho! Bons tempos. Harry deixou a inocência de lado, mas, guiado pelo idealismo de sua criadora, ainda insiste no caminho da bondade suprema. Amigos, colegas, familiares… todos morrendo a sua volta e, nem mesmo assim, Potter é capaz de devolver na mesma moeda. O matar ou morrer não funciona para os mocinhos de Rowling, sempre dispostos representar seus dogmas mesmo que isso lhes custe a vida. O Lado Negro é indesejável, mas o extremo bom mocismo soa tão caricato quanto a malevolência constante, porém, como Bellatrix Lestrange é doida de pedra – além de dar a impressão de que, se puder, mata seu almoço todo dia só para o prazer de tirar uma vida sempre que possível – esse extremo do espectro é menos sentido. É o diretor respeitando a autora – e produtora. Respeito, um dos grandes diferenciais de HP7 para outras adaptações, especialmente as que tentam desesperadamente preencher o iminente vazio que será deixado pela saga. Eragon caiu no esquecimento rapidamente, Percy Jackson deve seguir o mesmo caminho, Coração de Tinta não funcionou e Cirque Du Freak foi uma vergonha. Não é preciso ser ágil, ninguém precisa ser convencido, final feliz está fora de cogitação e mesmo quem não leu os livros quer saber o que vai acontecer com Harry, Ron e Hermione. Fato. Esse trio entrou para o imaginário popular, logo, seu destino é interessante. Além de ser uma compensação por todos os anos de dedicação à série de filmes, iniciada em 2001.
Sem pressa, tudo pode acontecer com profundidade. Seja um período pensativo de Harry, um lamento solitário de Hermione ou um rompante de fúria de Ron. A guerra parece ser mais pessoal, mais profunda, absolutamente íntima dentro dos personagens principais. Yates garantiu ao trio Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint todo o tempo necessário para seus ‘monólogos’ solitários, um prêmio por anos de dedicação à franquia. Cada um deles pode ampliar seus horizontes, e reconhecer limitações, em algo – na ausência de comparação melhor – similar a uma pequena peça individual dentro do filme. Toda essa contemplação, aliada um trabalho de fotografia belíssimo, natural e, pasme, simples, é a maior prova da “insurreição” de Yates às regras hollywoodianas. Se a história pedia, ele entregou. Simples assim. Exatamente como Zack Snyder fez quando pisou no freio em Watchmen para que o Dr. Manhattan fosse a Marte e contasse sua história. É o cineasta a serviço da história, independente do que pense o público menos envolvido. HP7 pode soar lento por esse aspecto, porém, jamais perde seu ritmo. É a conclusão de uma saga literária programada e extensa, não um final de trilogia criado às pressas e por demanda financeira. Faz sentido e tem suas próprias regras.
A magia circunda aquele mundo e seus personagens, cujas vidas são mais surpreendentes quando as varinhas estão guardadas e notícias, normalmente tristes, chegam do campo de batalha ou de um amigo querido. Se a gênese de Harry Potter era repleta de truques, ensinamentos e deslumbre com escadarias inquietas, sua conclusão é implacavelmente crua e violenta. Rowling defende alguns conceitos de forma bem clara: heróis não matam (por enquanto); vilões são deformados ou traiçoeiros; e política e nobreza são instituições falidas (vide as constantes falcatruas atribuídas ao Ministério da Magia e a decadência dos Malfoy). A queda de Lucius Malfoy poderia ser digna de pena, não fosse a conduta subserviente e lacaia adotada pelo personagem – em grande momento de Jason Isaacs – e seu inevitável reflexo no inexoravelmente covarde Draco, inicialmente pintado como o arquiinimigo de Potter, mas que, efetivamente, nunca passou de um mauricinho mimado e incapaz de ameaçá-lo de verdade. É a vitória dos mestiços, os half-bloods; o eterno sonho da plebe britânica em se unir à realeza, a síndrome de Diana. Aliás, o racismo e o preconceito contra trouxas e mestiços são abordados em HP7, mas de forma tão aleatória e ineficaz quanto as aparições de Voldemort, mais presente como ameaça psicológica que como inimigo efetivo. O grande vilão ainda não teve sem momento, ainda é uma ameaça assustadora, mas arisca e distante. Assim como num jogo de videogame, Harry parece precisar superar todos os obstáculos do mundo para poder lutar contra o chefão.
Longa duração, grande atenção para dilemas pessoas do trio principal, mas, como em toda reta final, muita gente precisa aparecer e o resultado são participações relâmpago. Alan Rickman é uma delas, tendo apenas duas cenas; assim como Imelda Staunton, que retorna como Dolores Umbridge, e o recém-chegado, e logo despachado, Bill Nighy, como Ministro da Magia. Brendan Gleeson é uma das maiores lástimas, primeiro pelo descaso com que o destino de Olho-Tonto é apresentado, segundo pela perda do último personagem disposto a lutar de igual para igual contra os Comensais da Morte. Hagrid também aparece pouco. Menção honrosa para Edwiges, que tem dois momentos e ganha a eternidade com seu sacrifício supremo. No final das contas, fica a impressão de um grande desfile de rostos conhecidos, novos nomes que não chegam a ser relevantes o suficiente para serem lembrados e o embate com o aspecto sem face da maldade de Voldemort. Seus agentes provocam o caos, matam sem piedade, mas usam máscaras; não tem identidade; apenas simbolizam sua opressão e sangue frio.
Claro, reflexo direto da opção pelo foco total em Potter, Hermione e Weasley e sua jornada para encontrar e destruir os horcruxes de Voldemort e também da natureza binária da narrativa. são duas partes de um gigantesco último filme, o que modifica a estrutura e, no futuro, ganhará mais força quando for possível assistir aos dois, em seqüência, e sem meses de intervalo. Analisando HP7 como produto independente – sem apoiar suas escolhas no roteiro do livro e nos detalhes dos personagens – nota-se grande preocupação com a ambientação e a construção do verdadeiro clímax dessa história, que só acontece na Parte 2. Entretanto, a simples noção do embate entre Harry e Voldemort desintegrou-se com a destruição das varinhas irmãs e a introdução das Relíquias da Morte, um conceito apresentado apenas no livro final. Três artefatos feitos pela Morte. Dois deles conhecemos: a capa da invisibilidade usada por Harry e a varinha de Dumbledore, um deles ainda é um mistério; a pedra capaz de ressuscitar os mortos. Sua descoberta é tão importante quando a destruição dos horcruxes – que tornará Voldemort mortal novamente -, pois quem reunir as três peças, terá o controle sobre a Morte.
Enquanto nada disso acontecer, ser amigo de Harry Potter significa poder morrer a qualquer instante. Trouxa ou elfo doméstico, coruja ou bruxo. Nenhum lugar é seguro. Nenhuma lágrima é contida. É a dura realidade da vida humana, enfrentar a mortalidade. Cabe a cada um escolher se o fará com honra e dignidade, ou desespero e sangue nas mãos.
No universo de Harry Potter, vida e morte sãs as únicas constantes. Os bruxos se digladiam pela eternidade, enquanto David Yates mostra a Hollywood que é possível viver sem futilidade; dirigir sem destruir o material base; matar sem pensar no licenciamento; e ousar em benefício do público. Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 é uma porrada emocional, capaz de fazer rir, sentir e chorar, um filme histórico por circunstância e magnífico por mérito. É a magia a serviço do cinema.

Daniel Radcliffe e Emma Watson falam sobre o fim de Harry Potter



Após finalizar as gravações do último filme da saga Harry Potter, Daniel Radcliffe lamentou o fim da franquia e disse que vai sentir saudade da equipe. De acordo com a revista alemã TV-Movie, Radcliffe também afirmou durante a pré-estreia em Londres que está muito feliz com o resultado de tantos anos de trabalho.
Estou muito orgulhoso pela equipe e por meus colegas“, afirmou o ator inglês que ainda garantiu que “certamente” não terá mais “a oportunidade de trabalhar com todos os atores juntos num mesmo projeto“. Radcliffe ainda se mostrou empolgado com tudo que está acontecendo com a saga: “Incrível, finalmente o trabalho terminou”. Ele estava muito nostálgico, depois de 10 anos (ele está com 21 agora) interpretando um dos personagens de ficção mais conhecidos no mundo.
Emma Watson também comentou que “é como se toda uma vida tivesse chegado ao seu fim“. Ela faz o papel de Hermione na franquia. A jovem de 20 anos ressaltou que a separação da equipe será um momento difícil. “É claro que estou triste. Os estúdios foram como minha segunda casa, e a equipe, minha segunda família“, concluiu.
Em “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte I”, os poderes de Voldemort atingem o ápice, colocando-o no controle do Ministério da Magia e de Hogwarts. Enquanto isso, Harry, Ron e Hermione partem em busca do restante dos Horcruxes, para então destruir o Lorde das Trevas. Longe da escola e fugindo do Ministério, os três amigos se isolam do mundo dos magos e enfrentam situações desafiadoras.
David Yates, que dirigiu a quinta e a sexta parte da série, retorna á direção e o roteiro é de Steve Kloves, que participou de todos os filmes. A primeira parte não será mais exibida no formato 3D. O filme estreia no dia 19 de novembro deste ano e a segunda parte no dia 15 de julho de 2011.

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