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Mostrando postagens com marcador MTV. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

"Comédia MTV" ganha prêmio APCA de melhor programa de humor

Foto: Kelly Fuzaro/MTV Brasil
O programa "Comédia MTV", comandado Marcelo Adnet e todo o elenco de humoristas do canal, venceu na categoria Humor em TV o prêmio da APCA, motivo de grande alegria para a MTV Brasil.

Como acontece há 54 anos, a Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) divulgou os vencedores de diversos segmentos artísticos da cultura brasileira.

A cerimônia de entrega do prêmio acontecerá no próximo ano.

Cris Lobo deixa MTV Brasil após 20 anos na emissora

Depois de 20 anos na MTV Brasil, Cris Lobo deixa a Diretoria de Programação e Produção do canal musical.


Zico Goes, que atualmente está no GNT, foi convidado pela direção da emissora para ocupar o cargo.

A apresentadora do "Top 10", Vanessa Hadi e a dupla de apresentadores do "RockGol" também não vão ter seus contratos renovados para a programação do próximo ano.

sábado, 11 de dezembro de 2010

"Acesso MTV" entra de férias e exibe melhores shows do ano

Dos dias 13 a 24 de dezembro, o "Acesso MTV" mostrará um compilado com os melhores shows que MariMoon e Titi Muller receberam em 2010.
 
Mais de trinta bandas e artistas passaram pelo estúdio do programa e agitaram a plateia com vários shows. Restart, NX Zero, Boys Like Girls, Sandy, Pitty, Gloria, Fresno são só alguns dos nomes que os telespectadores poderam conferir novamente de segunda a sexta, às 13h, com reprise às 19h.
 

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Young Justice: Confira imagens e um preview da nova animação

Eai, gente!

Para todo mundo que gosta do Cartoon Network americano você tem mais motivos para gostar, porque o mesmo produziu uma nova animação com os melhores: Sam Register (Ben 10, Batman: Os Bravos e Destemidos e Jovens Titãs) clássicos. Produção geral: Greg Weisman (O Espetacular Homem-Aranha e W.I.T.C.H.) mais clássicos. Então, isso quer dizer que a animação sera uma grande e poderosa amrma contra o desenho que entrar na frente, com isso o Cartoon Network ganha mais audiência, isso quer dizer: mais Cartoon, leia o post:

Como já havíamos publicado no dia 26 de novembro, o Cartoon Network americano irá exibir uma apresentação especial com uma hora de duração da nova animação Young Justice, produção da Warner Bros. Animation e DC Comics. A produção executiva é de Sam Register (Ben 10, Batman: Os Bravos e Destemidos e Jovens Titãs), e produção geral de Greg Weisman (O Espetacular Homem-Aranha e W.I.T.C.H.) e Brandon Vietti (Batman Contra o Capuz Vermelho). A estreia definitiva acontece somente em janeiro do próximo ano. Abaixo, confira algumas imagens divulgadas pelo Cartoon Network:

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Young Justice é inspirada na série de quadrinhos do mesmo nome e também em Liga da Justiça sem Limites e Os Jovens Titãs, contará com os parceiros adolescentes de Superman, Flash, Batman e Aquaman, entre outros que aparecerão no decorrer da série. Já o site Splash da MTV americana divulgou um preview de 6 minutos da série, confira:





É gente, valew!

Çãe 
The Dominator


segunda-feira, 15 de novembro de 2010

CRÍTICA: “Primeira parte da conclusão de Harry Potter é porrada emocional”, afirma MTV Brasil

CRÍTICA: “Primeira parte da conclusão de Harry Potter é porrada emocional”, afirma MTV Brasil

E uma nova crítica de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 bastante satisfatória para os fãs foi divulgada hoje pelo site brasileiro da MTV. Fábio Barreto, jornalista que escreveu a crítica, caracteriza Relíquias da Morte: Parte 1 como “uma porrada emocional, capaz de fazer rir, sentir e chorar, um filme histórico por circunstância e magnífico por mérito.”
Em meio à tantos elogios, o ponto negativo considerado por Fábio é que há muitos atores importantes que fazem “aparições relâmpago”. Atenção para spoilers a seguir:
Longa duração, grande atenção para dilemas pessoas do trio principal, mas, como em toda reta final, muita gente precisa aparecer e o resultado são participações relâmpago. Alan Rickman é uma delas, tendo apenas duas cenas; assim como Imelda Staunton, que retorna como Dolores Umbridge, e o recém-chegado, e logo despachado, Bill Nighy, como Ministro da Magia. Brendan Gleeson é uma das maiores lástimas, primeiro pelo descaso com que o destino de Olho-Tonto é apresentado, segundo pela perda do último personagem disposto a lutar de igual para igual contra os Comensais da Morte. Hagrid também aparece pouco. Menção honrosa para Edwiges, que tem dois momentos e ganha a eternidade com seu sacrifício supremo. No final das contas, fica a impressão de um grande desfile de rostos conhecidos, novos nomes que não chegam a ser relevantes o suficiente para serem lembrados e o embate com o aspecto sem face da maldade de Voldemort.
Esta é a segunda crítica que fala da “má utilização” do elenco secundário, apesar que todos que leram o livro sabem que Relíquias da Morte é apenas focado no trio principal. Outra característica interessante que Fábio escreveu foi a despadronização dos filmes que este filme tem em comparação com os blockbusters de Hollywood, mas ele considera isso algo ótimo.
Você pode conferir esta critica bastante detalhada e muito bem escrita na íntegra desta notícia. Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 estreia NESTA SEMANA!

CRÍTICA DE HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1
POR FÁBIO BARRETO
Hollywood conhece bem suas regras e sabe segui-las. É um negócio lucrativo, capaz de resistir a crises e, até o momento, as grandes mudanças na tecnologia. Os estúdios de Los Angeles foram os responsáveis pela criação dos blockbusters, pelos grandes épicos e sabem o que entregar ao público, pois foram eles quem escolheram os elementos desse cenário lá atrás, quando os grandes épicos da MGM levavam nossos pais e avós ao cinema, um tempo em que ainda se vestia terno e chapéu no programão de domingo. A inspiração nos clássicos e na Bíblia abasteceu essa indústria antes da onda de originalidade dos blockbusters no finzinho dos anos 70, mas a ligação entre cinema e literatura nunca terminou. É mais seguro levar uma obra conhecida, e, normalmente, admirada aos cinemas do que criar algo totalmente novo. Vivemos um novo momento nesses ciclos hollywoodianos com as histórias e quadrinhos, mas também com as adaptações literárias. E elas são muitas. Entretanto, não é só ao sucesso inquestionável de Peter Jackson com O Senhor dos Anéis que essa dinâmica se construiu ao longo dos últimos dez anos, mas também a Harry Potter, assumidamente uma maçaroca cultural e literária montada por J.K. Rowling e que, depois de nove anos nos cinemas, inicia sua conclusão com Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1. É um filme evento, claro, mas David Yates faz uso do precedente aberto por Zack Snyder, em Watchmen – O Filme, e banca o diretor birrento ao ignorar as leis de Hollywood, seu formato “garantido” de sucesso e, no primeiro ato de sua conclusão, entregar um festival de atuações marcantes, com um ritmo próprio e, felizmente, despreocupado com as caraminholas inventadas pelos executivos do estúdio. Mais que conhecer sua indústria, Yates e Rowling sabem que têm público cativo, têm o interesse mundial nas mãos e, acima de tudo, têm a chance de mostrar que a dobradinha cinema & literatura só resulta numa adaptação fraca quando se pensa no dinheiro antes da qualidade.
Relembrar do final anticlimático de Harry Potter e o Enigna do Príncipe pode ser um primeiro passo na preparação para o clima de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 [HP7]. A queda de Dumbledore desintegrou qualquer resquício da bolha de segurança ao redor dos personagens, mas, de forma mais efetiva, lançou Harry, Ron e Hermione num mergulho sem volta em um mundo inseguro e regido pela morte. Medo deixou se ser uma preocupação. Na guerra, vida e morte são separadas por instantes ou um leve descuido; duas constantes aplicadas a uma família forjada à base de muita dor, perda e um futuro sombrio. Ele retornaria. Ele retornou e futuro é agora. E o agora, é o fim. O início melancólico de HP7 não engana e nem precisa de meias palavras para apresentar tanto sofrimento latente. Uma última olhada no quartinho embaixo do armário; um triste adeus a sua própria identidade; um olhar por uma janela estranha e nada reconfortante. Escolhas acertadas por conta do grande trunfo do longa: o público conhece demais os personagens e, logo de cara, já sente suas escolhas e mazelas. O sentimento brota logo de cara e não para nem por um instante ao longo das 2h26 de duração.
Seguindo a mesma assinatura visual dos últimos dois filmes, David Yates construiu bem sua guerra – que acontece mais no plano psicológico do que no físico, em termos de tempo dedicado no filme. De qualquer forma, não era sem tempo, afinal, Rowling vinha anunciando o grande embate entre Harry e Voldemort desde o começo da saga do bruxinho. Ha! Bruxinho! Bons tempos. Harry deixou a inocência de lado, mas, guiado pelo idealismo de sua criadora, ainda insiste no caminho da bondade suprema. Amigos, colegas, familiares… todos morrendo a sua volta e, nem mesmo assim, Potter é capaz de devolver na mesma moeda. O matar ou morrer não funciona para os mocinhos de Rowling, sempre dispostos representar seus dogmas mesmo que isso lhes custe a vida. O Lado Negro é indesejável, mas o extremo bom mocismo soa tão caricato quanto a malevolência constante, porém, como Bellatrix Lestrange é doida de pedra – além de dar a impressão de que, se puder, mata seu almoço todo dia só para o prazer de tirar uma vida sempre que possível – esse extremo do espectro é menos sentido. É o diretor respeitando a autora – e produtora. Respeito, um dos grandes diferenciais de HP7 para outras adaptações, especialmente as que tentam desesperadamente preencher o iminente vazio que será deixado pela saga. Eragon caiu no esquecimento rapidamente, Percy Jackson deve seguir o mesmo caminho, Coração de Tinta não funcionou e Cirque Du Freak foi uma vergonha. Não é preciso ser ágil, ninguém precisa ser convencido, final feliz está fora de cogitação e mesmo quem não leu os livros quer saber o que vai acontecer com Harry, Ron e Hermione. Fato. Esse trio entrou para o imaginário popular, logo, seu destino é interessante. Além de ser uma compensação por todos os anos de dedicação à série de filmes, iniciada em 2001.
Sem pressa, tudo pode acontecer com profundidade. Seja um período pensativo de Harry, um lamento solitário de Hermione ou um rompante de fúria de Ron. A guerra parece ser mais pessoal, mais profunda, absolutamente íntima dentro dos personagens principais. Yates garantiu ao trio Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint todo o tempo necessário para seus ‘monólogos’ solitários, um prêmio por anos de dedicação à franquia. Cada um deles pode ampliar seus horizontes, e reconhecer limitações, em algo – na ausência de comparação melhor – similar a uma pequena peça individual dentro do filme. Toda essa contemplação, aliada um trabalho de fotografia belíssimo, natural e, pasme, simples, é a maior prova da “insurreição” de Yates às regras hollywoodianas. Se a história pedia, ele entregou. Simples assim. Exatamente como Zack Snyder fez quando pisou no freio em Watchmen para que o Dr. Manhattan fosse a Marte e contasse sua história. É o cineasta a serviço da história, independente do que pense o público menos envolvido. HP7 pode soar lento por esse aspecto, porém, jamais perde seu ritmo. É a conclusão de uma saga literária programada e extensa, não um final de trilogia criado às pressas e por demanda financeira. Faz sentido e tem suas próprias regras.
A magia circunda aquele mundo e seus personagens, cujas vidas são mais surpreendentes quando as varinhas estão guardadas e notícias, normalmente tristes, chegam do campo de batalha ou de um amigo querido. Se a gênese de Harry Potter era repleta de truques, ensinamentos e deslumbre com escadarias inquietas, sua conclusão é implacavelmente crua e violenta. Rowling defende alguns conceitos de forma bem clara: heróis não matam (por enquanto); vilões são deformados ou traiçoeiros; e política e nobreza são instituições falidas (vide as constantes falcatruas atribuídas ao Ministério da Magia e a decadência dos Malfoy). A queda de Lucius Malfoy poderia ser digna de pena, não fosse a conduta subserviente e lacaia adotada pelo personagem – em grande momento de Jason Isaacs – e seu inevitável reflexo no inexoravelmente covarde Draco, inicialmente pintado como o arquiinimigo de Potter, mas que, efetivamente, nunca passou de um mauricinho mimado e incapaz de ameaçá-lo de verdade. É a vitória dos mestiços, os half-bloods; o eterno sonho da plebe britânica em se unir à realeza, a síndrome de Diana. Aliás, o racismo e o preconceito contra trouxas e mestiços são abordados em HP7, mas de forma tão aleatória e ineficaz quanto as aparições de Voldemort, mais presente como ameaça psicológica que como inimigo efetivo. O grande vilão ainda não teve sem momento, ainda é uma ameaça assustadora, mas arisca e distante. Assim como num jogo de videogame, Harry parece precisar superar todos os obstáculos do mundo para poder lutar contra o chefão.
Longa duração, grande atenção para dilemas pessoas do trio principal, mas, como em toda reta final, muita gente precisa aparecer e o resultado são participações relâmpago. Alan Rickman é uma delas, tendo apenas duas cenas; assim como Imelda Staunton, que retorna como Dolores Umbridge, e o recém-chegado, e logo despachado, Bill Nighy, como Ministro da Magia. Brendan Gleeson é uma das maiores lástimas, primeiro pelo descaso com que o destino de Olho-Tonto é apresentado, segundo pela perda do último personagem disposto a lutar de igual para igual contra os Comensais da Morte. Hagrid também aparece pouco. Menção honrosa para Edwiges, que tem dois momentos e ganha a eternidade com seu sacrifício supremo. No final das contas, fica a impressão de um grande desfile de rostos conhecidos, novos nomes que não chegam a ser relevantes o suficiente para serem lembrados e o embate com o aspecto sem face da maldade de Voldemort. Seus agentes provocam o caos, matam sem piedade, mas usam máscaras; não tem identidade; apenas simbolizam sua opressão e sangue frio.
Claro, reflexo direto da opção pelo foco total em Potter, Hermione e Weasley e sua jornada para encontrar e destruir os horcruxes de Voldemort e também da natureza binária da narrativa. são duas partes de um gigantesco último filme, o que modifica a estrutura e, no futuro, ganhará mais força quando for possível assistir aos dois, em seqüência, e sem meses de intervalo. Analisando HP7 como produto independente – sem apoiar suas escolhas no roteiro do livro e nos detalhes dos personagens – nota-se grande preocupação com a ambientação e a construção do verdadeiro clímax dessa história, que só acontece na Parte 2. Entretanto, a simples noção do embate entre Harry e Voldemort desintegrou-se com a destruição das varinhas irmãs e a introdução das Relíquias da Morte, um conceito apresentado apenas no livro final. Três artefatos feitos pela Morte. Dois deles conhecemos: a capa da invisibilidade usada por Harry e a varinha de Dumbledore, um deles ainda é um mistério; a pedra capaz de ressuscitar os mortos. Sua descoberta é tão importante quando a destruição dos horcruxes – que tornará Voldemort mortal novamente -, pois quem reunir as três peças, terá o controle sobre a Morte.
Enquanto nada disso acontecer, ser amigo de Harry Potter significa poder morrer a qualquer instante. Trouxa ou elfo doméstico, coruja ou bruxo. Nenhum lugar é seguro. Nenhuma lágrima é contida. É a dura realidade da vida humana, enfrentar a mortalidade. Cabe a cada um escolher se o fará com honra e dignidade, ou desespero e sangue nas mãos.
No universo de Harry Potter, vida e morte sãs as únicas constantes. Os bruxos se digladiam pela eternidade, enquanto David Yates mostra a Hollywood que é possível viver sem futilidade; dirigir sem destruir o material base; matar sem pensar no licenciamento; e ousar em benefício do público. Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 é uma porrada emocional, capaz de fazer rir, sentir e chorar, um filme histórico por circunstância e magnífico por mérito. É a magia a serviço do cinema.

domingo, 14 de novembro de 2010

Spawn: Todd McFarlane comenta sobre a nova série

Recentemente, Todd McFarlane, em entrevista à MTV, comentou sobre a nova série de seu personagem Spawn. Já passando por vários testes de tecnologia animada em diferentes estúdios, uma das características da animação será em manter como público alvo os adultos, assim como em sua última versão exibida em meados de 1997, na HBO.
McFarlane diz que “em certa medida, se não está estragado, não é necessário corrigi-lo. Os Três anos que permaneceu na grade da HBO, a série ganhou um Emmy, por várias razões“. Spawn é baseado no personagem da Image Comics, e já lutou ao lado de Batman em um comic book especial lançado em 1994. A história é sobre a vida de Al Simmons, ex-agente da CIA, que vai parar no inferno após ser morto por seu chefe.
Lá, ele negocia com o demônio e em troca do poder de voltar ao mundo dos humanos, ele deve receber um fardo chamado Spawn, que carregará por toda sua vida. Após realizar ordens do demônio, o herói consegue dominar suas habilidades infernais, contudo, agora seu pesadelo provém de outro lugar: o céu, que envia anjos poderosos com o objetivo de eliminar a suposta ameaça.



Gente, e não se esqueçam, hoje la pras 10 horas da noite, eu irei mudar para um template de natal, velew!

Çãe
The Dominator

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