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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

BILHETERIA: HP7: Parte 1 fatura quase R$4 milhões, mas cai para 2° no Brasil

Ao contrário da nossa última informação da bilheteria brasileira de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1, o mais novo filme da série não conseguiu se manter na sua terceira semana em cartaz na primeira posição do ranking de bilheterias. A renda de HP7: Parte 1 neste último final de semana foi de R$3.841.930,00, sendo este valor apenas R$71 mil a menos que o da renda de Megamente, que estreou em primeiro lugar.
O “sucesso” de Megamente, que faturou R$3,9 milhões, foi graças ao formato em 3D que o filme está sendo exibido, já que os ingressos para estes cinemas são mais caros. Da renda total, R$2,3 milhões foram faturados apenas em salas 3D e o público de Relíquias da Morte: Parte 1 ainda sim é maior que Megamente, 387 mil contra 321, respectivamente.
Infelizmente o mês de dezembro é marcado por grandes lançamentos que podem atrapalhar o desempenho na bilheteria de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1. As Crônicas de Nárnia e Tron: O Legado são dois exemplos destes filmes.
Até o momento, o sétimo filme faturou no Brasil quase R$30 milhões em três semanas e mais de 3 milhões já assistiram ao filme. Na semana que vem traremos maiores informações da bilheteria nacional, americana e mundial de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1!

domingo, 5 de dezembro de 2010

Crítica: Megamente

Todos nós adoramos um bom vilão. Pergunte a qualquer ator se ele prefere interpretar Otelo ou Iago que todos eles dirão “Iago” na mesma hora. Mas, o que acontece quando um vilão alcança o seu objetivo? Essa é a questão proposta por “Megamente”, interessante e divertida animação da DreamWorks. Em um sistema solar moribundo, dois planetas habitados estavam à beira da extinção. Nesse momento, uma nave saiu de cada um desses mundos condenados. A primeira levava um garoto bonito e que foi destinado à riqueza, tendo ganhado pais abastados e poderes incríveis. A segunda, bem… seu pequeno ocupante caiu no meio de uma penitenciária e, por sua pele azulada e aparência diferente, sempre enfrentou o desprezo alheio. Assim, foram plantadas as sementes da rivalidade entre o heróico Metroman e o seu arquiinimigo, o supervilão Megamente.
Na cidade de Metro City, as batalhas entre os dois combatentes já viraram uma rotina absurda, tanto que a repórter Rosane Rocha, considerada como a namorada do herói, já nem se importa mais em ser sequestrada pelo gênio do crime e seu lacaio, o Criado, como isca para as armadilhas que visam a destruição do Metroman. Em meio a mais um desses embates, o impossível acontece: Megamente vence e só o que resta de seu rival é um esqueleto.
Mas… o que Megamente e Criado farão de suas vidas agora? Sim, o mundo foi conquistado, mas não há mais nenhum obstáculo em seu caminho, nenhuma meta a ser superada. Como cabeça vazia é a oficina do diabo, Megamente pensa no que fazer. Enquanto se relaciona com Rosane através de uma identidade secreta, ele tem uma ideia para trazer cor e aventura de volta aos seus dias, mas é claro que algo sai bem errado, obrigando Megamente a assumir um papel que nunca pensou ter: o de herói.
O filme, então, faz uma análise bastante intrincada sobre o que cria um vilão: será que as pessoas já nascem más ou suas criações as levam para o caminho sombrio? Tal questionamento, bastante complexo, é embrulhado em um verdadeiro caminhão de referências ao mito e aos filmes de super-heróis clássicos, sendo o mais evidente destes “Superman – O Filme”. O longa ganha até sua própria versão do Jor-El encarnado por Marlon Brando no filme de 1978! Fãs de quadrinhos mais atentos irão também reparar referências mais sutis, como a aliteração no nome da mocinha (RR) e o museu do Metroman, uma homenagem clara ao Museu do Flash.
No entanto, a fita não funcionaria se não tivesse personagens carismáticos e todo mundo adora um bad boy. Como conhecemos Megamente desde sua infância e pouco acompanhamos a trajetória do Metroman, passamos a simpatizar mais com o azulão, compreendemos suas motivações, rimos de suas sandices e até nos afeiçoamos a ele, tal como seu sidekick, Criado. Neste sentido, quando surge um novo vilão na cidade, não torcemos por Megamente só por ele ser “menos vilanesco” que o recém-chegado, mas por realmente gostarmos do personagem.
Olhando assim, “Megamente” parece ser uma obra bem séria, mas trata desses temas com uma leveza muito bem vinda, jamais querendo ser mais do que uma sessão descompromissada de cinema, apresentando tais densos conflitos mais como pano de fundo, sem tentar martelá-los na cabeça do espectador à força. Mostra-se bem vinda, então, a participação do consultor criativo Guillermo Del Toro, especialista em apresentar questionamentos pesados sem perder a ternura, vide os ótimos longas da série “Hellboy”.
Ao mesmo tempo, o diretor Tom McGrath ainda encontra tempo para desenvolver ótimas sequências de ação. As cenas de vôo, com o auxílio dos óculos 3D, ficaram soberbas e os confrontos que acontecem durante a narrativa, sempre absurdamente megalomaníacos, são divertidíssimos de se acompanhar.
Palmas para o cineasta e para os roteiristas Alan J. Schoolcraft e Brent Simons, por conseguirem um bom equilíbrio entre os componentes mais densos e a diversão pura, embora a fita claramente dê maior destaque para este segundo lado. A fotografia do filme também é um bom ponto a ser destacado, pendendo para tons mais claros e iluminados. A ótima trilha sonora do longa está repleta de músicas fenomenais podendo ser ouvidos desde AC/DC, Guns n’ Roses e Ozzy Osbourne até Michael Jackson e Minnie Riperton, sem contar a trilha original de Hans Zimmer, inspirado como sempre.
“Megamente” pode não ser um novo clássico da animação – e nem pretendia sê-lo -, tendo inclusive aquela moral já conhecida do seja quem você pode ser, mas sua roupagem superheróica, temas inteligentes e visual arrojado fazem da película um ótimo programa!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

'Megamente', terceiro lançamento da DreamWorks, do ano, já faz sucesso


O principal lançamento deste fim de semana, o filme animado 'Megamente', está tendo uma super divulgação na mídia, e já se espera um grande sucesso comercial, do longa. A rede de lanchonetes McDonald's lança este mês o 'Mc Lanche Feliz Especial Megamente', com vários brinquedos baseados no filme que estreia sexta-feira.

A nova edição revista Recreio, nº 540, da destaque a Megamente, nela você vai saber os nomes dos personagens, histórias do filme e muito mais.

O lançamento do filme "Megamente" no Brasil contará com a participação deThiago Lacerda, que está dublando o personagem Metroman. Esta é a segunda vez que o ator empresta sua voz para um personagem de animação em filmes. A primeira vez foi em 2003, quando ele dublou o personagem principal do filme "Sinbad - A Lenda dos Sete Mares".
Coincidentemente, os dois personagens que Thiago dublou foram dublados nas versões originais pelo ator Brad Pitt.

O filme trás o personagem-título, Megamente, que é um supervilão magro, usa roupas nas cores azul e preta e sua cabeça é careca e grande, devido ao cérebro privilegiado. Ele deseja conquistar a cidade de Metro City e faz diversas tentativas, muitas delas são frustradas. O vilão precisa ter oponentes para que sua vida tenha sentido e, após a morte de MetroMan (Brad Pitt), Megamente cria Titan, um herói para ter com quem rivalizar.

Curiosidades: - Inicialmente o título original seria "Master Mind". Entretanto, este nome já estava registrado pelos criadores de um programa de TV homônimo dos anos 70;
- Uma possibilidade levantada era que o filme se chamasse "Oobermind". Seria uma brincadeira com "übermind", que significa mente grande. Entretanto, devido à sonoridade do título, ele foi descartado;
- A ideia original do filme nasceu com a pergunta "o que aconteceria se Lex Luthor derrotasse o Superman?";
- Ben Stiller e Robert Downey Jr. estiveram cotados para dublar Megamente, mas foram preteridos por Will Ferrell;
- É o primeiro filme que Brad Pitt dubla desde Sinbad - A Lenda dos Sete Mares (2003), também produzido pela DreamWorks Animation;
- Tanto o uniforme usado por Megamente quanto o do Metro Man são homenagens ao personagem Capitão Marvel, da DC Comics;
- A personagem Roxanne Ritchi (na vesão brasileira, chamada de: Rosane Rocha) é uma referência a Roxanne Simpson, de Motoqueiro Fantasma (2007);
- O título original é formado a partir da junção de diversos jornais, que sempre relatam os combates entre Metro Man e Megamente;
- O diretor Guillermo del Toro participou da edição de Megamente, no intuito de deixá-lo "mais excitante";
- Segundo o diretor Tom McGrath, Megamente e foi feito sob a inspiração de 'Batman, o Homem-Morcego' (1966) e de 'Superman - O Filme' (1978);

VAMOS TODOS TORCER POR ESTE CARA DE CABEÇÃO AZUL.
MEGAMENTE, ESTREIA DIA 3, NESTA SEXTA-FEIRA.

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