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Mostrando postagens com marcador Cinemas. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Skyline é um dos lixos em cartaz

A pretensão exacerbada de alguns diretores ultrapassa o limite do que pode ser suportado em uma sala de cinema. Fazer um filme sobre raios extraterrenos de luz azul que transformam humanos em protótipos pouco convincentes de zumbis é uma empreitada complicada. Com o trabalho dividido entre profissionais ainda incapazes para o cumprimento satisfatório de metas tão ambiciosas, o que chega ao público é um filme que não marca nenhum ponto positivo e que mais parece o resultado de um roteiro concebido numa mesa de bar. Este é “Skyline – A Invasão”. Na cabeceira dessa mesa de bar estão os irmãos Strause (Greg e Colin), mais conhecidos pelo trabalho de efeitos especiais realizado para clipes musicais e filmes de grande apelo popular. É deles, por exemplo, a atualmente obsoleta sequência em que o navio se choca contra um iceberg, em “Titanic”. Os Strause são responsáveis pela direção e produção de “Skyline”, e não carregam mérito algum por seus esforços nesse filme.
O roteiro tenta traçar uma narrativa lógica sobre um grupo de amigos que se reúne para celebrar o dinheiro e o sucesso. Após o fim da festa, enquanto estão largados no chão de uma cobertura luxuosa, alguns feixes de luz azul invadem o ambiente e causam estranhas reações no corpo de um dos personagens. Então, sob os olhares assustados de seus companheiros, o rapaz é “sugado” pelo espectro luminoso e desaparece, marcando o início de uma saga cheia de falhas.
A apatia do núcleo central de protagonistas é tão patente que não deixa espaço para que o público desenvolva qualquer tipo de identificação com os personagens. Todas as tentativas de dramatização dos fatos passam longe de atingir o grau de apelo necessário para causar desconforto no espectador. O que nos resta é tolerar, durante os 100 minutos de projeção, uma convivência que não flui e que parece tão artificial quanto os efeitos especiais que acompanham os espectros de luz.
O papel principal da trama cai nas mãos do americano Eric Balfour, veterano na obtenção de papéis de destaque em seriados que não alcançam a segunda temporada nos Estados Unidos. Ao seu lado está um time formado por atores que transitam entre os extremos do inexpressivo e do caricato. Felizmente, e seguindo o modelo dos tradicionais filmes de horror, os personagens são retirados gradativamente de cena, com justificativas que beiram o grotesco.
As imagens aéreas de uma metrópole que não resiste ao ataque de monstros espaciais lembram as problemáticas sequências de produções infanto-juvenis baseadas na cultura dos monstros japoneses. Tudo em “Skyline” parece uma versão sensivelmente piorada de séries como “Changeman”, “Jaspion” e “Power Rangers”.
Para embalar as imagens de perseguição e fuga, os momentos de tensão e desentendimento entre os personagens, e uma constrangedora sequência em câmera lenta, foi selecionada uma trilha sonora antenada ao que se ouve nas rádios. Os exemplares de black music e os gritos guturais de canções pesadas guiam a narrativa e ajudam a consolidar um incômodo clima de que nada se encaixa.
Ao final da projeção – para aqueles que corajosamente chegaram ao seu fim – a sensação é de tempo perdido. “Skyline” é o tipo de filme que não assusta, não diverte e não convence. Com um apanhado de tudo o que há de pior na produção cinematográfica deste ano, a história da invasão da terra por seres alienígenas deve figurar na lista do que precisa ser esquecido.
Os irmãos Strause anunciaram que “Skyline” seria, possivelmente, o primeiro filme de uma série sobre o tema. Alguém mais vai arriscar?

sábado, 20 de novembro de 2010

Novo Harry Potter já quebra seu primeiro recorde na franquia


Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1” já começa a quebrar seus primeiros recordes. Nas sessões meia-noite que ocorreram de quinta (18) para sexta-feira (19), o filme arrecadou US$24 milhões na América do Norte. É o que mais faturou da franquia nessas sessões, mas ficou aquém do topo que pertence a “Eclipse”, com  US$30 milhões.
Segundo Paul Dergarabedian, da empresa Hollywood.com Box-Office, a arrecadação na pré-estreia prenuncia um bom rendimento no primeiro fim de semana do filme, provavelmente superando os US$100 milhões na América do Norte. O ranking da série somente em fins de semana de estreia, atualmente, está na seguinte ordem:

Harry Potter e o Cálice de Fogo (2005) – US$102 milhões
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (2004) – US$93 milhões
Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001) – US$90 milhões
Harry Potter e a Câmara Secreta (2002) – US$88 milhões
Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009) – US$77,8 milhões
Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007) – US$77,1 milhões

Em “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte I”, os poderes de Voldemort atingem o ápice, colocando-o no controle do Ministério da Magia e de Hogwarts. Enquanto isso, Harry, Ron e Hermione partem em busca do restante dos Horcruxes, para então destruir o Lorde das Trevas. Longe da escola e fugindo do Ministério, os três amigos se isolam do mundo dos magos e enfrentam situações desafiadoras.
David Yates, que dirigiu a quinta e a sexta parte da série, retorna á direção e o roteiro é de Steve Kloves, que participou de todos os filmes.

CRÍTICA: “O filme é correria do começo ao fim, sem muito espaço para explicações ou desenvolvimentos”

Eai, gente!


Mesmo depois da estréia de Harry Potter e as Relíqueas da Morte, as críticas não param... Ah! E hoje eu vou assistir nos cinemas e sexta-feira que vem também, mas esse não é o assunto, veja a crítica de Alysson Oliveira sobre o o filme mais esperado do mundo, ah e dia 26 de dezembro vou mudar de link, lleia o post postado:


CRÍTICA: “O filme é correria do começo ao fim, sem muito espaço para explicações ou desenvolvimentos”


As críticas de Harry Potter e as Relíquias da Morte não param de sair mesmo após o lançamento do filme, que estreou mundialmente à 00h do dia 19 de novembro. A análise do longa vem do jornalista Alysson Oliveira, do site Cineweb.
Alysson elogia a sequencia de animação na história dos Três Irmãos e comenta que as cenas nas florestas são “desnecessariamente longas, sem que muito aconteça”. O jornalista afirma que não tem outra explicação para a divisão do sétimo livro em dois filmes a não ser “faturar em dobro”, o que já foi comentado em outras críticas. Leia a análise completa na íntegra desta notícia.
Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 já está em exibição nos cinemas!

CRÍTICA: HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE – PARTE 1
POR ALYSSON OLIVEIRA
O que é pior: enfrentar Voldemort ou a ebulição dos hormônios da adolescência? Para Harry Potter e sua turma, ambas as tarefas se mostram árduas. No sétimo – e penúltimo (ufa!) – filme da série, Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 1, o bruxo completa 17 anos e está a um passo de entrar para o mundo adulto. Mas, antes disso, ao lado de seus melhores amigos, Ron e Hermione, precisa superar crises internas e externas.
A descoberta do amor – não da sexualidade, pois, no filme, os personagens são assexuados, afinal, essa é uma franquia também voltada para o público infantil – é complicada e envolve todos os problemas que os não-bruxos –  também conhecidos como trouxas, – enfrentam, como a insegurança, o ciúmes e a rivalidade. Ao longo dos quase 10 anos que se passaram desde o primeiro filme, Harry Potter e a Pedra Filosofal, vimos os atores se transformarem de crianças em adultos, assim como seus personagens criados pela escritora inglesa J. K. Rowling.
Em Harry Potter 7.1, o roteirista Steve Kloves, adaptando a série pela sexta vez, centra o foco na ação. O filme é correria do começo ao fim, sem muito espaço para explicações ou desenvolvimentos. A espinha dorsal é, como em toda a série, o jovem bruxo fugindo do lorde das trevas.
O mundo mágico está um caos, porque Voldemort está matando indiscriminadamente – ele também assassina trouxas. Harry é a causa disso e, como se antecipou desde o começo, o embate entre os dois personagens deve ser o clímax da série, prevista para acabar em meados de 2011, com Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2.
Harry é perseguido e, com a ajuda do polissuco, consegue fugir e se esconder na casa de Ron. Porém, durante um casamento, ele é encontrado e os Comensais da Morte têm a ordem de levá-lo vivo. A única chance de escapar ileso é destruindo as Horcruxes, que parecem ser o segredo do poder de Voldemort.
A única explicação para a divisão do livro em dois filmes está na possibilidade da Warner – estúdio produtor e distribuidor das adaptações – faturar em dobro. Em filmes anteriores acontecimentos e personagens foram sacrificados para que a trama do livro coubesse num filme de cerca de duas horas. Aqui, não se justifica alongar cenas e acontecimentos para gerar dois longas, em outras palavras, bilheteria em dobro.
Harry, Hermione e Ron fogem e se escondem em florestas na maior parte do tempo. As cenas são desnecessariamente longas, sem que muito aconteça. Eles conversam, leem e discutem o presente e o futuro. E David Yates – que dirige a série pela terceira vez – não se esforça muito para tornar o falatório mais atraente em termos visuais. Exceto por uma cena em animação, o longa segue o padrão dos filmes anteriores com alto orçamento, baixa criatividade e muita explicação.
Yates, ao contrário de Alfonso Cuarón, que assina o terceiro filme, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, faz um filme desprovido de personalidade, limitando-se a traduzir em imagens tudo o que já está descrito em detalhes no filme. Como diretor contratado, Yates se limita a não estragar a história, mas sem a preocupação de imprimir uma assinatura pessoal.
Harry Potter 7.1, como era de se esperar, termina numa cena de suspense, deixando um gancho para o próximo filme. Agora, só resta esperar pelo capítulo final, prometido para o ano que vem, quando Harry Potter e sua turma encontrarão um merecido descanso depois de tantas batalhas.
 Heheheheh...

Çãe
The Dominator

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

CHEGA AOS CINEMAS HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1



CHEGA AOS CINEMAS HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1

Neste momento centenas de fãs brasileiros estão em salas de cinema, assistindo à primeira sessão aberta ao público do filme Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1. Depois de mais de 1 ano aguardando por um novo filme da franquia, a superprodução estreia na maior parte do mundo nesta sexta-feira.
Foram 1.305 notícias publicadas no Oclumência à respeito do filme “Relíquias da Morte: Parte 1″. Trouxemos a vocês trailers, fotos, entrevistas e detalhes exclusivos das gravações do filme, que agora está ao alcance de todos. Curtam, chorem, riam, façam tudo que lhes der vontade fazer para aproveitar estes poucos momentos que restam nos cinemas com Harry Potter.
Agradecemos a todos que nos acompanharam, que estiveram conosco durante todos os bons momentos e que com certeza nos incentivaram a continuarmos a nossa jornada de divulgação de notícias.
A partir de agora nós entramos na expectativa final, tão aguardada e tão triste: a espera para o lançamento do último filme da série Harry Potter. Em 15 de julho de 2011, Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2 estreia e traz consigo o “fim” do evento de uma geração.
HARRY POTTER E AS RELÍQUIAS DA MORTE: PARTE 1
Em exibição nos cinemas

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Assista ao quarto trailer da ficção científica Tron – O Legado

Faltando menos de um mês para sua estreia, a ficção científica “Tron – O Legado” ganhou seu quarto trailer, que não traz muitas novidades.



Sam Flynn (Garrett Hedlund, de “Tróia“), um especialista em tecnologia de 27 anos, filho de Kevin Flynn (Jeff Bridges, de “Coração Louco“), investiga o desaparecimento de seu pai e se vê sugado para o mundo digital de Tron, onde seu pai tem vivido pelos últimos 25 anos. Junto da fiel confidente de Kevin, Quorra (Olivia Wilde, da série “House“), pai e filho embarcam em uma viagem  de vida e morte através de um ciber universo visualmente estonteante que se tornou mais avançado e perigoso.
Dirigido por Joseph Kosinski (“Fuga do século 23“) e produzido por John Lasseter (“Toy Story“), o filme também traz no elenco os atores Michael Sheen (“A Rainha“), John Hurt (“Hellboy“), Beau Garrett (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado“), Serinda Swan (“Percy Jackson e o Ladrão de Raios“), James Frain (da série “The Tudors“) e Bruce Boxleitner (da série “Babylon 5“).
A estreia será no dia 10 de dezembro nos formatos 2D, 3D e IMAX.

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